terça-feira, 5 de junho de 2012

Cubatí-PB, Final do Campeonato Municipal de futebol da cidade.


 
Com a participação de 16 equipes o VII campeonato de futebol de Cubati terá na grande final os times Bahia e Mangueirão.
Com início no dia 25 de Fevereiro do corrente ano, o campeonato vem sendo realizado como apoio da prefeitura de Cubati juntamente com o secretário de Esporte Edwilson. Em sua VII edição o campeonato tem contado com um grande público presente nos campos em cada jogo, assim como tem movimentado bastante a cidade.
Com jogos realizados todos os finais de semana, 16 equipes disputaram o campeonato que no último Sábado (02) realizou os jogos da semifinal. A bola rolou por volta das 15h45minh, os confrontos foram entre as equipes Bahia, Guarani, Palmeiras e Mangueirão, que desde o início vinham mostrando um grande futebol ressaltando maior destaque para as equipes do Guarani e Palmeiras, que apesar de conquistarem o público local não conseguiram a classificação. A equipe do Palmeiras disputou uma vaga para a final com o Bahia e acabou perdendo por 3 á 2, sendo assim desclassificado, o mesmo aconteceu com o Guarani que mesmo sendo o mandante da partida perdeu para o Mangueirão de 2 á 0.
A grande final ainda não tem data marcada de acordo com o secretário de esporte, ainda se precisam organizar algumas coisas não só em relação à premiação, mas preocupar-se também com arbitragem e outros fatores indispensáveis para que seja uma final que não deixe a desejar para nenhuma das equipes finalistas como também para o público presente.


Radialista Kelly Raianne

Portal do Curimataú

Casal é preso com relógios e estimulantes sexuais na Paraíba

A Polícia Militar de Lagoa Seca, no Agreste paraibano, prendeu um casal suspeito de contrabando nesta segunda-feira (4). O homem de 58 anos e a esposa foram detidos com 238 relógios, além de 10 cartelas de remédios estimulantes sexuais.
O casal foi preso no Centro da cidade em um Ford Fiesta Preto. A Polícia Civil vai investigar se eles têm envolvimento com outros crimes, uma vez que o Serviço de Inteligência desconfia que o carro também era usado para traficar armas na região. Os suspeitos estão detidos na Delegacia de Lagoa Seca.

Do G1 PB

Há 20 dias em greve, professores deixam 49 universidades sem aulas

Do G1, em São Paulo*
Movimento de professores da Universidade
Federal do Amazonas (Foto: G1)
Movimento de professores da Universidade Federal do Amazonas (Foto: G1) A greve dos professores das universidades federais chega nesta terça-feira (5) ao seu 20º dia longe de um acordo entre o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e o governo federal. A greve começou em 17 de maio, e atualmente professores de 49 instituições federais de ensino superior estão sem dar aulas. Estudantes de 19 universidades também entraram em greve para pedir melhores condições de ensino. Segundo a Andes, a greve afeta mais de 1 milhão de estudantes.
Nesta terça-feira (6), os professores programaram uma grande marcha na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para reivindicar maior atenção do governo ao movimento. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que todos os acordos firmados em 2011 com os professores universitários da rede federal foram cumpridos pelo governo e, nesse cenário, não vê justificativa para uma greve da categoria neste momento.
A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
Os professores também reclamam da política de expansão das universidades federais feitas pelo governo através do programa Reuni. Segundo a Andes, a expansão foi feita às pressas e provocou a queda das condições de trabalho, com salas lotadas, excesso de disciplinas e de orientações na graduação e na pós-graduação, ausência de laboratórios e estrutura para pesquisa e extensão, e de uma política efetiva de assistência estudantil.
O G1 entrou em contato com as 49 universidades em greve e com suas respectivas associações de docentes para saber da posição de cada uma sobre a paralisação. Veja abaixo:
VEJA A POSIÇÃO DA UNIVERSIDADE E DOS PROFESSORES DAS 49 INSTITUIÇÕES FEDERAIS EM GREVE
UF Instituição Posição da universidade Posição do sindicato de professores
AC Universidade Federal do Acre (Ufac) Segundo a assessoria de imprensa da Ufac, 100% dos professores aderiram ao movimento. De acordo com a instituição, cerca de 8 mil estudantes estão sem aula.
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Segundo a Associação de Docentes da Ufac (Adufac), 95% dos cerca de 600 professores paralisaram totalmente as atividades desde 21 de maio. O sindicato reinvindica a contratação professores efetivos, principalmente no Colégio de Aplicação da Ufac, melhoria na infra-estrutura de salas de aula, laboratório, museus e da manutenção dos banheiros, melhores condições de permanência estudantil (atualmente, apenas 10% dos estudantes recebem bolsa), compra de livros para a biblioteca.
AL Universidade Federal de Alagoas (Ufal) A universidade está em greve desde o dia 17 de maio. A Ufal reconhece o movimento dos 1.500 professores. O Conselho Universitário acatou a decisão de suspensão de todas as atividades de ensino. Segundo a Associação dos Docentes da Ufal , a greve tem adesão 100% dos docentes. Além das reinvindicações do sindicato nacional, a associação luta pela não privatização do Hospital Universitário.
AM Universidade Federal do Amazonas (Ufam) De acordo a reitoria da Ufam, mais de 28 mil estudantes foram afetados pela greve (o número inclui os alunos da capital e dos municípios do interior). A reitora, professora Márcia Perales, declarou o apoio aos docentes e enfatizou sobre a legitimidade do movimento. “As reivindicações dos docentes são justas e trarão ganhos a uma categoria muito importante para o futuro de uma nação”.
Oficialmente, 100% do corpo docente da Universidade Federal do Amazonas deveria estar em greve, contudo há um ou outro professor que fura o movimento, segundo a Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua). Além das reinvidicações nacionais, o corpo de docentes e demais funcionários reinvidicam melhorias na infraestrutura da universidade. Segundo a Adua, a instituição carece de laboratórios, acervo nas bibliotecas e condições sanitárias basicas.
AP Universidade Federal do Amapá (Ufap) O G1 entrou em contato com a reitoria da universidade mas ainda não obteve retorno. O G1 não conseguiu contato com o Sindicato dos Docentes da Universidade Federal do Amapá (Sindufap).
BA Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) A greve atinge 100 % do corpo docente. A UFRB possui 7.500 estudantes, que estão sem atividades de ensino. Existe um consenso na comunidade acadêmica de que os docentes precisam de uma nova carreira e um novo patamar de salários. "Nós apoiamos integralmente essas reivindicações dos docentes", diz o reitor Paulo Gabriel Nacif. "Não temos dúvidas que o Governo Federal concorda que temos a necessidade de avançar nessa questão para efetivamente consolidarmos o processo em curso de expansão e interiorização da educação superior federal."
Os docentes reclamam de problema de climatização em alguns centros (salas muito quentes, sem ar condicionado). Também reivindicam conclusões de obras que atualmente estão paralisadas, especialmente de laboratórios e do hospital veterinário. Indicam ainda ausência de hospital para direcionar a demanda dos cursos de Enfermagem e Nutrição. Por fim, entre os pontos principais, também há a questão da “falta de local adequado para estágio” – hoje estudantes são dirigidos para unidades de saúde em Salvador e em Feira de Santana.
BA/PE Universidade do Vale do São Francisco (Univasf)  Mais de 95% dos 393 professores aderem ao movimento. A Univasf possui 4.599 alunos matriculados. A reitoria se diz "sensível à pauta de reivindicações dos docentes, inclusive, o Conselho Universitário (Conuni), órgão deliberativo e consultivo máximo da instituição, aprovou moção de apoio às reivindicações dos professores da Rede Federal de Educação Superior (Ifes)”. Além das reivindicações do sindicato nacional, os docentes da Univasf reclamam da sobrecarga de trabalho para coordenadores e subcoordenadores nos cinco campi; acessibilidade – transporte público não funciona nem para chegar nem para se deslocar dentro dos campi; maior autonomia na tomada de decisões de cada campus – alega que a centralização dificulta pequenas soluções dentro de cada unidade; implantação de posto de atendimento de emergência em cada campus, que atualmente não existe.
BA Universidade Federal da Bahia (UFBA) A reitoria aguarda a oficialização da greve dos docentes da UFBA para se pronunciar. Nesta terça-feira, os professores vão fazer um referendo que irá decidir sobre a adesão à greve. Serão inseridas “mesas coletoras de votos” em parte das unidades da universidade, pelas quais os docentes filiados ao sindicato oficial irão se posicionar sobre a declaração de greve aprovada na Assembleia Geral do dia 29 de maio.
DF Universidade de Brasília (UnB) A UnB não sabe quantos alunos foram afetados. O calendário de atividades da graduação foi suspenso na última semana. Isso significa que, mesmo que um professor esteja em sala de aula, se um aluno aderir à paralisação e quiser repor aula depois, o professor vai ter que dar aula de novo. A suspensão do calendário foi uma decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe). Segundo a Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB), a adesão é de quase 100%. O presidente da AdUnB disse que o reitor não recebeu a AdUnB para tratar da greve. Segundo o professor Ebnezer Maurílio Nogueira da Silva, a reitoria está "apática" e "não tem dialogado" sobre o assunto. A reitoria diz que reconhece o movimento dos docentes.
ES Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Segundo a administração da Ufes, do total de 1.717 professores, 65% aderiram à greve. A administração não sabe precisar quantos alunos foram afetados. Em nota, a universidade fiz que reconhece as reivindicações dos docentes. "A Ufes vem se empenhando fortemente na sua expansão e fortalecimento, buscando, desta forma, dar respostas às demandas crescentes da sociedade no que tange à formação de pessoas e ao desenvolvimento do conhecimento científico, tecnológico e cultural." 85% dos professores aderiram à greve, segundo a Associação dos Docentes da Ufes (Adufes). As principais reivindicações dos professores são a restruturação do plano de carreira dos profissionais e a destinação de 10% do PIB para a educação. Eles também pedem melhorias na estrutura dos campi, tanto no que diz respeito às salas quanto aos equipamentos.
GO Universidade Federal de Goiás (UFG) A reitoria está na expectativa do início da greve dos professores. A UFG possui cerca de 30 mil alunos só na graduação, fora especializações, mestrado, doutorado e educação à distância. A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Goiás (Adufg) decidiu, em reunião da diretoria executiva na manhã desta terça-feira (4) acatar o indicativo de greve para o dia 15 de junho, deliberado pela Federação de Sindicatos de Professores de instituições Federais de Ensino Superior (Proifes). A decisão será avaliada em um plebiscito marcado para o dia 12.
MA Universidade Federal do Maranhão  (UFMA) A assessoria de comunicação da UFMA informou que o posicionamento da entidade sobre reivindicações é o mesmo do Ministério da Educação (MEC). A universidade não informou quantos alunos estão afetados pela greve. A adesão da UFMA à greve aconteceu em 14 de maio. Segundo a Associação dos Professores da UFMA, seção sindical do Andes (Apruma), em todos os campi da UFMA, na capital São Luís, Imperatriz, Bacabal, Chapadinha, Pinheiro e Codó, os professores paralisaram as aulas – total ou parcialmente, chegando a um percentual de 90%. Os docentes pedem reformulação do piso salarial, hoje de R$ 551, inclusão de gratificações aos vencimentos em caráter irrestituível e melhoria das condições de trabalho, limitação de no máximo 30 alunos por turma; a quantidade de 12 horas aulas para contratos de 40 horas; e que as eleições, na UFMA, sejam realizadas dentro do prazo regimental.
MG Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) A assessoria da UFTM informou que 65% de professores estão em greve e 50% dos alunos sem aula. Quanto às reivindicações, a Reitoria está aguardando as negociações da pauta nacional. No curso de medicina, as turmas, até o sétimo período estão, completamente, sem aulas. Só os períodos onde os alunos fazem residência, permanecem com aulas normais. De acordo com o representante do comando de greve da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Bruno Curcino, em média, 70% do corpo docente aderiu à greve. Na instituição os cursos foram divididos em cinco grupos. Três deles contam com mais de 90% de adesão dos professores. Outros dois grupos tem 55% de paralisação.
MG Universidade Federal de Uberlândia (UFU) A UFU informou que é favorável ao movimento e inclusive divulgou uma moção de apoio em maio desse ano: "O Conselho Universitário da UFU reconhece o estado de greve dos docentes e dos estudantes. Além disso, é sensível às reivindicações pautadas e refuta qualquer cerceamento à livre expressão de docentes, técnicos e discentes." De acordo com o representante do comando de greve da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Aurelino José Ferreira Filho, 52% do corpo docente aderiu à greve, iniciada no dia 17 de maio e ainda sem previsão de retorno. Hoje, a universidade conta com 1.649 professores ativos. Após a greve dos professores da UFU, os alunos da instituição também aderiram à paralisação, no dia 25 de maio. Por isso, aproximadamente 70% dos 22 mil estudantes dos diversos campi da universidade estão parados, de acordo com o Diretório Central dos Estudantes (DCE).
MG Universidade Federal de Viçosa (UFV) O G1 entrou em contato com a reitoria da universidade mas não obteve retorno. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFV (Aspuv) mas não obteve retorno.
MG Universidade Federal de Lavras (Ufla) O G1 entrou em contato com a reitoria da universidade mas não obteve retorno. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da Ufla (Adufla) mas não obteve retorno.
MG Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) O G1 entrou em contato com a reitoria da universidade mas não obteve retorno. Segundo o sindicato, 95% dos professores estão paralisados. A universidade está praticante fechada. Além das da pauta nacional, a categoria faz reivindicações de infraestrutura, de vigilância e outras variações. A principal é a reestruturação de carreira porque querem que haja impacto no reajuste salarial.
MG Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) Segundo a universidade, os 12 mil estudantes estão sem aulas. A reitoria apoia os direitos dos grevistas e considera legítimas as reivindicações dos professores. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFSJ (Adfunrei) mas não obteve retorno.
MG Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) Houve uma reunião do Conselho Universitário na última sexta-feira e a reitoria apoiou a greve. A Moção de Apoio à Greve dos professores será entregue nesta segunda-feira (4) ao Comando Local de Greve. Não há informações sobre número de estudantes atingidos nem sobre número de docentes em greve. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFVJM (Sindfafeid) mas não obteve retorno.
MG Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) O G1 entrou em contato com a direção do Cefet-MG mas não obteve retorno. O sindicato segue a reivindicação nacional, mas tem uma questão particular sobre a transformação do Cefet-MG em universidade. A paralisação atinge todos os seus 11 campi. Houve 100% de adesão do corpo docente, em todos os níveis de ensino: técnico, graduação e pós-graduação.
MG Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) A reitoria da UFJF afirma que não vai se pronunciar sobre a greve. Segundo a Associação dos Professores de Ensino Superior de Juiz de Fora (Apesjf), que responde pela UFJF e pelo IF Sufeste MG, cerca de 85% de professores estão em greve nas duas instituições. Quanto aos estudantes, em torno de 20 mil alunos estão sem aula em ambas instituições. Os professores seguem as reivindicações nacionais
MG Instituto Superior do Sufeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG) O G1 entrou em contato com a direção do instituto mas não obteve retorno.
MG Universidade Federal de Alfenas (Unifal) A reitoria da Unifal diz que está aguardando e acompanhando a negociação entre o Ministério do Planejamento e o Comando Nacional da Greve. Mais de 90% do Corpo Docente entrou em greve. A Unifal possui atualmente 367 docentes. Dos 5.535 alunos da instituição, cerca de 10% continuam tendo atividades curriculares, 90% estão parados.
MS Universidade Federal de Grandes Dourados (UFGD) A UFGD informa que não é possível dizer qual qual a porcentagem do corpo docente que entrou em greve porque mesmo durante a paralisação, os servidores assinam a folha de ponto. A instituição tem 6 mil alunos. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFGD (Adufdourados) mas não obteve retorno.
MT Universidade Federal do Mato Grosso (UFMAT) A greve teve adesão de 100% dos professores da graduação, afetando  19.385 alunos. “Há a necessidade de revisão das questões básicas de carreira dos docentes e rediscutir a progressão de carreiras”, disse o vice-reitor Francisco Dutra. De acordo com o membro do comando local de greve, Antônio Carlos Máximo, o percentual de adesão à greve é de mais de 90%. Os quatro campi da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estão com as atividades paralisadas.
PA Universidade Federal Rural da Amazonia (Ufra) O G1 entrou em contato com a direção da Ufra mas não obteve retorno. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da Ufra (Adufra) mas não obteve retorno.
PA Universidade Federal do Pará (UFPA) A greve tem adesão de 80% dos docentes, e mais de 52 mil alunos estão sem aulas. Segundo a reitoria, "a UFPA garantirá o funcionamento, o mais normal possível, das atividades da Instituição". Os professores pedem implantação de políticas de segurança pública na universidade, a liberação do terreno para construção da Casa do Professor, a regulamentação do transporte coletivo para professores no interior do estado, e a criação de creche universitária para a comunidade acadêmica.
PA Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) O G1 entrou em contato com a direção da Ufopa mas não obteve retorno. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da Ufopa (Sindufopa) mas não obteve retorno.
PB Universidade Federal da Paraíba (UFPB) A universidade tem 40 mil alunos, mas não se sabe exatamente quantos estão sendo afetados pela greve. A reitoria disse que não se posiciona sobre a greve e que o sindicato discute diretamente com o Governo Federal.
O Conselho Universitário (Consuni) emitiu uma moção de apoio ao movimento grevista nas instituições federais de ensino superior do país.
De acordo com o Sindicato dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba (AdufPB) a adesão está entre 90 e 95% dos professores.
Os professores reclamam do inchaço que a universidade sofreu depois da implantação do Reuni, uma vez que não havia estrutura suficiente para suportar a demanda dos novos cursos e alunos.
PB Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) O G1 entrou em contato com a direção da UFCG mas não obteve retorno. Segundo o professor Washington Farias, suplente da diretoria da AdufCG e membro comando de greve, a universidade aderiu ao Reuni e o projeto de expansão foi desenvolvido sem sistematização, de modo que o funcionamento dos cursos e campi ficaram precários. Houve aumento de alunos por turma e, como consequência, sobrecarga dos professores, além de falta de material de trabalho e salas adequadas.
PE Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) Em nota, o Conselho Universitário diz que as reivindicações dos servidores docentes e técnico-administrativos relativas a salários e carreiras são muito importantes, reconhece a greve dos docentes e manifesta-se pela necessidade de diálogo e negociação efetiva entre o Governo Federal e as representações sindicais. A associação dos docentes (Aduferpe) não tem um levantamento da adesão dos professores à greve. A universidade tem 33.408 estudantes.
PE Universidade Federal Rural  de Pernambuco (UFRPE) A universidade tem 15 mil alunos e mil professores.A reitoria afirma que reconhece e apoia as reivindicações dos professores. A UFRPE afirma ainda que, em momento posterior, serão tomadas todas as providências para sanar problemas que possam vir a acontecer como consequências da greve. Segundo o sindicato, 95% dos professores adeririam à greve. A categoria afirma que tem laboratório desmantelado, prédio novo que não pode ser ocupado porque está rachado. Prédio de matemática em que construíram fosso de elevador e não cabe o elevador. E a biblioteca do campus de Garanhuns terá que ser demolida antes de ser inaugurada por causa da infiltração.
PE Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) O Conselho Universitário reconhece a greve dos docentes e manifesta-se pela necessidade de diálogo e negociação efetiva entre o Governo Federal e as representações sindicais. A universidade tem 33.408 estudantes.
O sindicato de professores não informa quantos docentes aderiram à greve. O comando local planeja ir aos departamentos nos próximos dias conscientizar professores que ainda não aderiram ao movimento.
PI Universidade Federal do Piauí (UFPI) Aulas na graduação estão parcialmente paradas, mas as aulas do ensino a distância e da pós-graduação seguem normalmente. A universidade não sabe a porcentagem de adesão à greve porque não há ponto para professores. São mais de 20 mil alunos. A greve conta com 90% de adesão dos professores, segundo o presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí (Adufpi), Mario Angelo de Meneses Sousa. Além da pauta nacional, eles reivindicam melhores condições de trabalho.
PI Instituto Federal do Piaui (IFPI) De acordo com o pró-reitor de ensino, Paulo Henrique Lima, o instituto tem 14 mil alunos e cerca de 700 professores em 11 campi. Quatro deles estão funcionando em 100%, diz ele. Outros cinco tiveram mais da metade das atividades paralisadas pelos professores. 95% dos professores dos sete campi em greve, segundo o presidente do Sindicato dos Docentes do IFPI (Sindifpi), Marconis Fernandes Lima. Além da pauta nacional, reivindicam melhores condições de trabalho e democratização da gestão.
PR Universidade Federal do Paraná (UFPR) Segundo a UFPR, 20 mil estudantes estão sendo prejudicados com a greve. A universidade analisa a questão do limite das horas-aula e diz que a média é de nove horas-aula por professor. Para tentar resolver este e também os problemas de infraestrutura, a UFPR montou uma comissão que vai rever todo o Regimento Interno. O Conselho Universitário aprovou um manifesto a favor das solicitações da categoria já na paralisação de 2011. De acordo com a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná, 80% dos docentes aderiram à mobilização. Além da pauta nacional, os professores também reivindicam limite de 12 horas-aula para os professores que possuem dedicação exclusiva, com 40 horas semanais. Isso, de acordo com a APUFPR, para garantir os trabalhos na área de extensão e pesquisa.
PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) De acordo com a assessoria de comunicação da UTFPR, quase 100% dos professores estão em greve. Os 9,5 mil alunos da instituição são afetados pela paralisação. Entre as reivindicações estão a contratação de mais professores efetivos com a abertura de novas vagas para docentes, considerando a expansão da universidade e a atual sobrecarga de trabalho; limite máximo de 12 horas por semana (para docentes com dedicação exclusiva e com regime de trabalho de 40h) e 10 horas (para professores com regime de trabalho de 20h) e de 16 horas a 18 horas para professores substitutos.
PR Universidade de Integração Latino-Americana (Unila) Estimativa é de que 90% dos professores estão em greve. As aulas nos laboratórios continuam e o curso completo de ciências biológicas não teve as atividades paralisadas. A Unila tem 1,2 mil alunos e a estimativa é que também 90% deles estejam sendo afetados com a greve. De acordo com a presidente da Associação de docentes da Unila (Adunila), Gisele Ricobon, a categoria pede a institucionalização da universidade, de um regimento interno, a descentralização administrativa e infraestrutura para avaliação dos alunos, já que a universidade é recente. Eles pedem também a avaliação do plano de carreiras dos professores.
RJ Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) O G1 entrou em contato com a reitoria da UFFRJ  mas não obteve retorno. Os professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro deliberaram em assembleia pela interrupção das atividades por tempo indeterminado. A greve começou no dia 22 de maio.
RJ Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) A greve na Unirio começou no dia 17. A reitoria não tem informações sobre a adesão à greve. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da Unirio mas não obteve retorno.
RJ Universidade Federal Fluminense (UFF) O Conselho Universitário da UFF decidiu apoiar a greve e aprovou a indicação de suspensão do calendário acadêmico-escolar, em assembléia realizada no último dia 30. Com isso, atividades acadêmicas realizadas a partir da efetivação da suspensão não serão reconhecidas pela instituição. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFF mas não obteve retorno
RJ Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) A reitoria da UFRJ não tem um número atual da adesão à greve. Há duas semanas, no início da greve, a adesão de professores era de 40%. A reitoria ainda vai esperar uma avaliação do quanto a universidade foi afetada e aguarda para ver como será a adesão do corpo administrativo, que entra em greve nesta terça-feira (5). Os professores querem melhores condições de trabalho após a expansão das universidades federais. Segundo a Adufrj, o aumento de vagas para alunos não foi acompanhado pelo aumento do número de docentes, o que causou uma sobrecarga aos professores. Na Faculdade de Direitotem professores dando aulas para 120 alunos em uma sala.
RN Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa) A greve atinge 100% dos docentes. São quase 6 mil alunos sem aulas. O reitor renunciou no dia 31 para disputar eleições municipais. Um vice-reitor assumiu interinamente até agosto. Segundo a associação de professores, não há aulas nos campi de Angicos, Mossoró, Pau dos Ferros e Caraúbas.Os professores reclamam da falta de laboratórios e de docentes do quadro permanente.
RO Universidade Federal de Rondônia (Unir) A Unir está com 90% dos professores parados. Hoje a universidade conta com 647 docentes. A paralisação atinge todo o estado. A reitoria se mostra solidária ao movimento dos docentes. A associação de docentes da Unir diz que a categoria pleiteia melhores condições de trabalho, plano de cargos e carreira, e melhorias na infraestrutura da universidade.
RR Universidade Federal de Roraima (UFRR) A instituição afirmou que não irá se pronunciar sobre a greve. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFRR mas não obteve retorno.
RS Universidade Federal do Rio Grande (FURG) A greve atinge 85% dos professores. Servidores e alunos também estão em greve. A reitoria reconhece o movimento. Cerca de 10 mil estudantes estão sem aulas. Os professores reclamam da infraestruitura precária da universidade, que quase duplicou o número de alunos, nos últimos anos, mas não houve contratações de professores e funcionários no mesmo ritmo. A biblioteca é insuficiente para atender a demanda dos alunos.
RS Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Quase 27 mil alunos estão sem aulas. Dirigentes da UFSM reconhecem como justas as reivindicações de professores e de servidores, e se comprometem a fazer gestão junto à Andifes, Ministério da Educação e segmentos políticos gaúchos. A paralisação chega a 40% dos docengtes. Nas unidades da UFSM em Frederico Westphalen e Palmeiras das Missões a paralisação é de 100% dos professores. Na unidade de Santa Maria, a principal, a paralisação é parcial. O sindicato reclama das instalações da faculdade, como a falta de laboratórios e a dificuldade no pagamento do auxílio transporte para professores que trabalham em outros municípios.
RS Universidade Federal do Pampa (Unipampa) Professores dos 10 campi da Unipcampa aderiram à greve. Segundo a reitoria, 90% das atividades estão paradas, afetando 9,7 mil alunos. Segundo o sindicato, está sendo elaborada uma pauta de reinvindicações que será discutida em assembléia e entregue ao reitor da universidade.
SE Universidade Federal do Sergipe (UFS) Segundo o reitor da UFS, Josué Modesto dos Passos Subrinho, todos os 106 cursos de graduação estão sem aula, mas os projetos de pesquisa funcionam normalmente. Estão sem aulas 23 mil alunos dos cursos de graduação. A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe (Adufs) diz que adesão é de 90%. No dia 12 haverá uma assembleia para discutir as reivindicações dos professores.
SP Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Segundo a reitoria, a greve atinge 100% dos docentes dos 6 campi da Unifesp (Baixada Santista, Diadema, Guarulhos, Osasco, São José dos Campos e São Paulo. Todos os alunos foram afetados.  o Comando Local de Greve calcula entre 70 e 80% a adesão. Estudantes de 5 dos 6 campi da Unifesp também deflagraram greve. Os professores pedem valorização da carreira docente, maior financiamento para educação e políticas de acesso a permanência estudanti.
TO Universidade Federal do Tocantins (UFT) A reitoria reconhece a greve que atinge quase todo o quadro docente. A UFT tem 904 professores e 15.062 alunos. Alunos entraram em greve pedindo o cancelamento do calendário acadêmico. O G1 entrou em contato com a associação dos professores da UFT mas não obteve retorno
(*) Com informações do G1 AM, G1 BA, G1 DF, G1 ES, G1 GO, G1 MA, G1 MG, G1 MS, G1 MT, G1 PA, G1 PB, G1 PR, G1 PE, G1 RJ, G1 RO, G1 RS, G1 SE G1 SP, G1 Sul de Minas e G1 Triângulo Mineiro.

Acidente entre caminhão e carro deixa feridos na BR-230 na Paraíba

Do G1 PB
Caminhoneiro e passageira de carro ficaram
feridos (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Caminhão carregado com cerveja tomba na BR-230 na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)Duas pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo uma carreta carregada com cerveja e um carro de passeio. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal, a colisão aconteceu no km 41,3 da BR-230 em Santa Rita, na Grande João Pessoa, nesta segunda-feira (4).
Os veículos seguiam de João Pessoa para Campina Grande e em um determinado momento, segundo a PRF, o motorista do carro que seguia na faixa da direita passou para esquerda sem a devida atenção, para tentar fazer o retorno. O motorista do caminhão tentou frear, mas acabou batendo no carro e tombando.
Uma passageira de 65 anos que estava no carro ficou ferida e foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa, com ferimentos leves. Já o motorista do caminhão sofreu ferimentos graves, segundo a PRF, e também foi encaminhado para o hospital. A assessoria de imprensa do Trauma informou que iria divulgar o estado de saúde dos pacientes em um boletim médico no fim da tarde.
Caminhão carregado com cerveja tomba na BR-230 na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1) Carga do caminhão ficou espalhada pela rodovia, após o acidente (Foto: Walter Paparazzo/G1)

2ª COPA DO SERIDÓ E CURIMATAÚ PARAIBANO/2012: CLASSIFICAÇÃO FINAL DA 1ª FASE


 
 
 
CLASSIFICAÇÃO FINAL DA 1ª FASE
 
CHAVE  ‘A’
        EQUIPE                          P       J        V        E        D     GP      GC     S    C.A    C.V

D.J.C
09
04
03
00
01
07
03
04
05
00
SÃO VICENTE
08
04
02
02
00
06
04
02
09
00
S.B.L
05
04
01
02
01
06
05
 01
11
01
PALMEIRAS
03
04
01
00
03
03
06
-03
10
00
CURITIBA
02
04
00
02
02
04
08
-04
05
00
 
CHAVE ‘B’
       EQUIPE                            P       J         V       E        D     GP     GC      S   C.A    C.V

VASCO
08
04
02
02
00
07
02
05
12
00
CUITE E. CLUBE
06
04
02
00
02
04
03
01
13
05
C. A. L
06
04
01
03
00
06
05
01
12
02
TABAJARA
04
04
01
01
02
03
08
-05
06
04
SELEÇÃO RURAL
02
04
00
02
02
02
04
-02
07
02
 
GOLS
 

PALMEIRAS
1  JACKSON,  1  ALLAN,  1  ROMUALDO,
S. VICENTE
2  CHAQUINHA,  1  PATRICIO,  1  ROGERIO,  1  ALMARY,  1  JOANE,
DJC
2  LENILDO,  1  LEANDRO,  1  WALBER,  1  J. AUGUSTO,  1  JOSEILTON,
CURITIBA
1  CLAURIDIAN,  1  ADRIANO,  1  NILDO,  1  MANOEL,
S.B.L
1  JAILSON,  3  LINDOMAR,  1  FERNANDO,  1  ALEXANDRE,
 

VASCO
3  JUSCIMAR,  2  JHONINI,  1  SALES,  1  LUAN,
C . A .L
2  JUNINHO,  1  ALEX,  2  RODRIGO,  1  RODOLFO,
SEL. RURAL
1  TIAGO,  1  MARCIO,
CUITÉ
3  VALDEMIR,  1  JUNIOR,
TABAJARA
1  LUIS,  1  ANTONIO, 1  LEONARDO,
 
 
CARTÕES AMARELOS
 

PALMEIRAS
1  MARCELO,  1  RAMILSON,  1  FRANCINALDO,  1  MARINALDO,  1  DAVI,  2  INÁCIO,  1  HORÁCIO,  1  CICERO,  1  ROMUALDO, 
S. VICENTE
2  ALMARY,  2  CHAQUINHA,  2  LEONARDO,  2  FABRICIO,  1  GERDIÃO, 
DJC
1  LEANDRO,  2  LENILDO,  1  MARINALDO,  1  ADRIANO,
CURITIBA
1  NILDO,  2  MANOEL WILES,  1  EDIVALDO,  1  KLEBER, 
S.B.L
2  ISMAILSON,  2  LINDOMAR,  1  LEANDRO,  1  DEGUIMAR,  1  DIEGO,     2  ALEXANDRE,  1  DIEGO,  1  DIOGO,  1  MARCOS ANTONIO, 
 

VASCO
1  REINALDO,  1  JOÃO QUEIROZ,  3  DIMAS,  1  JUNIOR,  1  MAGNO,  1  JUSCIMAR,  2  SALES,  1  CARLOS,  1  JHONINE,
C . A .L
1  FABRICIO,  3  CESÁR,  2  JUNINHO,  1  WANDRESON,  1  LULU,  1  RODRIGO,  1  CLÉVITON,  1  EDUARDO,  1  RODOLFO,
SEL. RURAL
2  WELLINGTON,  2  FRANCISCO  J.  1  FÁBIO,  1  TIAGO,  1  ERIVALDO,      
CUITÉ
2  ALBERTO,  1  ANDERSON,  1  GILMAR,  1  DULCINALDO,  1  J. CICERO,    1  VALDEMIR,  1  DINARTE,  2  KLEYDSON,  2  CARLOS,  1  ISAC, 
TABAJARA
1  JOACKSON,  1  J. IVAN,  1  LUIS,  1  GILBERTO,  1  ANSELMO,  1  DIEGO,
 
ATLETAS SUSPENSO COM  CARTÕES VERMELHOS
 

VASCO
 
C . A .L
 RODRIGO  -  1  JOGO
SEL. RURAL
 
CUITÉ
ALBERTO  e  PEDRO AUGUSTO   =  1  JOGO
TABAJARA
1  DANIEL   -  1  JOGO
 
 
ATLETAS SUSPENSO COM 3 CARTÕES AMARELOS
 
 

VASCO
DIMAS
 
 
20   JOGOS        69  GOLS
90  CARTÕES AMARELOS        14  CARTÕES VERMELHOS
 
 
MELHOR ATAQUE:  VASCO  e  DJC  =  7  GOLS
PIOR ATAQUE:   SEL. RURAL e PALMEIRAS   =  2  GOLS
MELHOR DEFESA:   VASCO  =   2  GOLS
PIOR DEFESA:   TABAJARA e CURITIBA  =  8  GOLS
EQUIPE MAIS DISCIPLINADA:  CURITIBA e DJC -  05  AMARELOS
EQUIPE MAIS INDISCIPLINADA:  CUITÉ E. CLUBE  -  13 AMARELOS  05  VERMELHOS
ARTILHEIRO:  JUSCIMAR ( VASCO ),  VALDEMIR ( CUITÉ )  e  LINDOMAR ( SBL )  03  GOLS
 
 
RESULTADOS DA 4ª RODADA
 
EM PEDRA LAVRADA .......  C . A . L  2  x 1  CUITÉ E. CLUBE
EM BARAÚNA .................  CURITIBA 1 x 1  SÃO VICENTE
EM PICUI .........................  S.B.L  3  x  1  PALMEIRAS
EM NOVA PALMEIRA ....... SEL. RURAL  0  x  1  TABAJARA
 
QUARTAS DE FINAIS ..... 10 / 06 / 2012
EM SÃO VICENTE ............ SÃO VICENTE    x    C . A . L
EM SOSSEGO .................. VASCO   x   PALMEIRAS
EM BARRA DE STª ROSA .... DJC  x  TABAJARA
EM CUITE .........................  CUITÉ  E. CLUBE   x   S.B.L
 
 
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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Rapidez em atendimento, letra ilegível e funcionários despreparados quase termina em caso grave


Rapidez em atendimento, letra ilegível e funcionários despreparados quase termina em caso grave SUCESSÃO DE ERROS: rapidez em atendimento, letra ilegível de médico e funcionários despreparados quase termina em caso grave 

A venda de medicamentos errados por conseqüência da letra ilegível de médicos pode ocorrer de forma mais freqüente do que imaginamos. Na última sexta-feira (1) vários acontecimentos deram sequência a um erro provavelmente comum, mas só não terminou em um caso mais grave por conta do sexto sentido de mãe.

Uma das repórteres do PB Agora  levou seu filho a um hospital particular da Capital, na manhã desta sexta ultima (01), e saiu da consulta com uma receita ilegível.

“Não passei nem 10 minutos dentro do consultório, talvez pela quantidade de crianças que o médico estava atendendo”, relatou a repórter.

Após a consulta, a mãe da criança de apenas dois anos de idade levou a receita a uma rede farmacêutica localizada no bairro de Mangabeira e um dos funcionários interpretou a medicação de forma errada. “Fiquei desconfiada quando o funcionário perguntou a outro qual seria o remédio descrito, mas o segundo funcionário foi tão incisivo que me convenceu na hora”, explicou.

Ao chegar no horário previsto para dar a medicação ao menino, a mãe não conseguiu administrar o remédio e decidiu passar em outra farmácia para confirmar. Não deu outra, a medicação estava completamente errada, o funcionário vendeu o remédio Atrovent em vez de Aerolin Nebules.

“Sempre acreditei em sexto sentido materno e depois deste susto, toda vez que for a um médico vou pedir para ele soletrar o nome da medicação no mínimo umas duas vezes. Não sei a que reações eu poderia ter exposto meu filho, ele poderia ter piorado”, desabafou.

Confira se você também erraria esta medicação

 

Patricia Silva

PB Agora

De novo, só em 2117: raro evento astronômico ocorre na terça

De novo, só em 2117: raro evento astronômico ocorre na terçaImagem (TERRA)
Esta semana é especial para quem gosta de astronomia. Teremos um evento que, de tão raro, só ocorre novamente em 2117. O trânsito de Vênus ocorre quando o planeta passa em frente ao Sol e poderá ser visto no extremo noroeste do Brasil (Acre, Roraima e oeste da Amazônia) e outros países, em especial no Leste Asiático e Oceania.
"Ele tem uma frequência que é meio estranha. A última vez que aconteceu foi oito anos atrás, em 2004, e a próxima será em 2117. O ciclo todo demora 243 anos. Acontece uma vez, acontece oito anos depois, daí se passam 121 anos e meio, aí acontece mais dois com oito anos de diferença e depois mais uma pausa de 105 anos e meio", diz o doutor em astronomia Gustavo Rojas, encarregado do observatório da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e membro do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). "Ele (o fenômeno) é periódico, mas não numa periodicidade do tipo que estamos acostumados."
Se você está em um dos Estados que vão observar ou vai estar fora do Brasil, lembre que para ver o fenômeno é necessário proteger os olhos. "Nunca se deve olhar para o Sol diretamente. Para se observar, deve-se tomar os mesmos cuidados para fazer uma observação solar - por exemplo, de um eclipse. Então, ou você usa um filtro solar astronômico, que é uma película de um polímero especial - geralmente só quem é astrônomo é que tem acesso a esse tipo de material -, ou então você observa através de um método chamado método da projeção. Você pega um telescópio, aponta para o Sol, mas você não vai olhar pelo telescópio, mas para a imagem projetada por ele em uma tela", diz o astrônomo.
Até mesmo câmeras digitais mais simples, que não conseguem ajustar - ou ajustam muito pouco - o tempo de exposição, podem ter seus sensores danificados pela luz intensa da nossa estrela. Além disso, você certamente não vai conseguir registrar nenhuma imagem do fenômeno com elas. Rojas diz que sem auxílio de telescópio é possível ver o trânsito, mas vai ser difícil, o ideal é ter pelo menos um binóculo, sempre com proteção.
Podemos ver apenas os trânsitos de Vênus e de Mercúrio. O motivo é muito simples: só vemos passar na frente do Sol corpos que estão entre nós e a nossa estrela. O trânsito do primeiro planeta do Sistema Solar é bem mais frequente, tivemos um em 2006 e depois teremos em 2016, 2019 e 2032, afirma Rojas.
O trânsito de Vênus já foi usado para medir a distância média da Terra ao Sol - a famosa unidade astronômica (UA), uma das unidades de distância usadas pelos cientistas. Além disso, o tamanho desse planeta já foi calculado com um desses eventos e até foi descoberto que ele tem atmosfera. Contudo, hoje temos métodos mais precisos para descobrir esses dados. "Não tem mais relevância científica (...) mas você continua investigando, porque, de repente, pode ocorrer um evento que você não está prevendo", diz o pesquisador.
Contudo, os trânsitos de planetas fora do Sistema Solar hoje são utilizados exatamente para descobrí-los. A passagem desses corpos em frente às suas estrelas causa mudanças no brilho, o que permite aos astrônomos registrá-los. A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) vai observar o evento de terça-feira para tentar melhorar ainda mais essa técnica.

Terra 
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